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Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

O milagre da cebola

Ter uma gripe seja em que altura for é mau, mas no Verão é péssimo.

Abri o armário dos medicamentos e escolhi aquele que me pareceu mais forte, convencida que no dia seguinte estava fresquinha e sem vestígios da maldita. Como me enganei! Sem forças, sem febre felizmente, escorrendo suor em bica, sem vontade de fazer coisa nenhuma, apática, sonolenta, com uma tosse cavernosa acompanhada de dores nas costas, cheguei a temer o pior.

Voltei a procurar no meio das caixas quase cheias de comprimidos,tentando adivinhar o tal milagroso que punha com outro ânimo, mas nada.

A maldita tosse continuava e a vontade de fazer fosse o que fosse não aparecia.

Detesto medicamentos, tenho pavor de ir ao médico, mas desta vez tive de me render. Como não tenho paciência para esperar pela próxima consulta, que sabe-se lá quando chega, resolvi ir ao particular numa clínica aqui perto.

O médico de cabelo louro pintado e com uma crista de gel no alto da cabeça, fez-me logo pensar o pior, mas vá lá...portou-se bem e foi a prova de que nunca devemos julgar as pessoas pelas aparências. O resultado da radiografia aos pulmões feita na hora descansou-me e tudo estava bem, a não ser os ataques de tosse constantes e a falta de força. Uma caixa de comprimidos para a tosse, coisa estranha , porque normalmente receitam xaropes fez com que a minha esperança de acabar com ela fosse rápida, mas não. Até que alguém me disse para cortar uma cebola ao meio, colocá-la num pires em cima da mesinha de cabeceira ao deitar porque no dia seguinte a tosse tinha passado. Assim fiz e de repente o meu quarto ficou inundado com um cheirinho a cebola que mais parecia estar numa cozinha a fazer um belo de um refogado. Enfiei o nariz na almofada e julguei que a cura era bem pior que o mal, tal o cheirete.

Sugestão ou não, no dia a seguir estava fina e curadinha. O quarto foi arejado o chão lavado e uma velinha cheirosa acabou com o pivete da noite.

Entretanto este blogue ficou meio á deriva e nem sei quando conseguirei responder aos comentários ou fazê-los, mas a pouco e pouco conto ganhar um pouco mais de força e genica para recomeçar.

O Sol brilha lá fora, praia nem vê-la, felizmente ainda vou tendo coragem para arranjar uns petiscos fresquinhos e bem vitaminados para repor o que se perdeu.

Até já!

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