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Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

Egoísmo ou individualidade?

Foto de Existe um Olhar

De vez em quando, entre amigos, surgem aqui e ali conversas mais sérias, que geram discussões saudáveis, trocas de ideias, reflexões e conclusões que vão alterando certos conceitos dados como certos e há muito definidos.

 

Por vezes somos levados a concluir que neste mundo em constante mudança, são de prever alterações não só físicas, ou ambientais, como também de comportamentos. Por vezes acordamos para realidades que não nos deixam indiferentes e que devemos acompanhar como fazendo parte da natural transformação inerente ao ser humano, quer concordemos ou não com elas.

Visioná-las, radiografá-las, fazer um diagnóstico que pode ou não ser consensual é tarefa que me faz deambolar e perscrutar sem grande pretensão no mais profundo e recôndito esconderijo da mente, tentando decifrar códigos e padrões que de maneira indelével vão modificando o nosso quotidiano.

 

Esta introdução serve para a questão colocada num  grupo, onde se perguntou qual a causa do crescente aumento de divórcios e do facto de cada vez mais gente querer viver sozinha.

 

Enquanto alguns defendiam que vivemos num mundo cada vez mais egoísta em que as pessoas fogem da responsabilidades, dos compromissos, das ligações que impliquem fidelidade, constância e abnegação, outros altercavam dizendo que em situações em que era pedida solidariedade, ajuda, apoio material e emocional, aí o panorama era totalmente diferente e a entreajuda, a dádiva, a entrega e o altruísmo se faziam notar, entrando em contradição com o aparente egoísmo.

 

E nestas conversas há sempre alguém que talvez devido à idade, ao estudo, às vivências, consegue arranjar um ponto de equilíbrio e fazer com que olhemos de maneira diferente para questões que por vezes catalogamos sem certezas da sua autenticidade.

 

Individualidade, é a nova palavra de ordem. 

 

As pessoas hoje, mais que nunca, querem testar e desenvolver as suas capacidades, descobrir o potencial de que dispõem, garantindo desta forma uma satisfação interior que não passa pelo exibicionismo nem publicidade das conquistas que vão sendo atingidas a nível do desenvolvimento pessoal. 

Há necessidade de acreditarmos em nós próprios,  de inovarmos, de sermos pioneiros, de se poderem traçar objectivos que nos permitam viver sem medos, conscientes do nossos valores, definindo estratégias que não impliquem dependência e aprovação e que nos possibilitem  caminhar com autonomia e segurança, sem contudo revelarmos ou fazermos alarde das nossas conquistas, conscientes da nossa força  para conduzirmos as nossas vidas, não abdicando da nossa individualidade. Simultaneamente  vamos ficando mais atentos e receptivos ao mundo que nos rodeia, com a possibilidade de intervirmos de forma assertiva promovendo desta forma o bem estar de todos. 

 

Será afinal, que aquilo que conhecemos como atitudes egoístas, são ao fim ao cabo uma forma de caminhar lado a lado sem nos esquecermos de quem somos, para onde queremos ir e o que queremos aprender? 

A energia de um nome

 

 

 Em 550 A.C.,o célebre matemático grego Pitágoras, considerado o pai da numerologia moderna, concluiu que os números eram a essência de tudo o que existe. Através de uma associação mística dos números, Pitágoras chegou à conclusão que a alma humana é imortal e que viaja através dos tempos. A esta filosofia Matemática, Pitágoras introduziu uma perspectiva mística-religiosa baseada na crença de que a alma transmigra utilizando uma disciplina de vida através do corpo e da mente para chegar a uma perfeição espiritual

 

Quando há dias li aqui as dificuldades porque passam as mulheres que um dia ao casarem acrescentaram o nome do marido ao seu e que depois com o  divórcio, tiveram de correr seca e meca para que se retire o acrescento, lembrei-me que podia falar aqui da energia que carrega um nome.

 

Estou a fazer a segunda formação em numerologia e um dos assuntos que aprendemos a interpretar e descodificar é a energia que se esconde por detrás do nome que nos foi dado.

 

Há três aspectos que são postos a nu, ao transformarmos o nosso nome completo em números e reduzindo-os no final a um único dígito; assim com a soma de todos os números correspondentes a cada letra do nome completo ficamos a saber o número de expressão que determina o nosso potencial - o que devemos explorar, desenvolver e pesquisar, assim como os nossos talentos e habilidades. Este número demonstra como nos exprimimos no nosso destino.

 

O número da alma que se obtém com a soma das vogais dá-nos a motivação , ou seja, o que nos faz avançar e motiva.

 

Por último, e somando as consoantes percebemos quais os nossos desejos interiores que determinam o que desejamos no plano físico. Fala-nos ainda dos nossos desejos secretos, os que estão escondidos no nosso interior.

 

O facto de acrescentarmos o nome do cônjuge vem adicionar uma carga que não nos pertence, daí que muita gente se sinta aliviada quando se livra desse peso.

Se alguém casar, aconselho vivamente a desistir da ideia de colocar mais um apêndice que pode um dia vir a causar transtornos.

 

Não sei falar de amor

 

Foto do blog Existe um Olhar

 

Dei por mim enleada numa teia de ideias que não me deixaram discernimento para falar de amor.

Uma espécie de bloqueio apoderou-se de mim e impede-me de celebrá-lo, elogiá-lo, enaltecê-lo e em voz baixa murmurar, como se do assunto entendesse, o quanto é bom vivê-lo, experimentá-lo e deixar que me envolva em doces ilusões de ternura enfeitada.

 

Não, não sou capaz e descobri porquê...ele não se explica, ele sente-se, não é definível, medido ou comparável.

 

Não sei quem é ele, por que surge, quando surge e como.

 

Não me deixa lucidez ou engenho para que lhe trace o perfil ou lhe veja beleza e sinta que cada palavra que tente escrever vá desnudar os segredos de um sentir tão abrangente e misterioso.

 

Não sei defini-lo, talvez porque não há fórmula para isso, ou apenas seja um dom concedido apenas aos poetas e como poeta não sou, vou deixar que outros o façam. 

 

Fico por aqui com a sensação de que não sei falar de amor. Sei vivê-lo e apreciá-lo...Isso sei eu que sei, mas não sei explicar porque sei.  

Apenas quatro leis

Foto do blog Existe um Olhar

 

I

"A pessoa que chega é a pessoa certa"

 

II

"O que aconteceu é a única coisa que podia ter acontecido"

 

III

"Qualquer momento em que algo se inicia é o momento certo"

 

IV

"Quando algo termina, termina!"

 

Simplesmente assim!

Se algo termina em nossas vidas, é para nossa evolução, portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos por mais essa experiência.

 

(Via mail)

Ano Internacional das Florestas

 


Foto do blog Existe um Olhar

O Ano Internacional das Florestas arrancou oficialmente esta semana. A má notícia, se tinha vontade de celebrar a causa com uma visita a todas as árvores classificadas no país, é que provavelmente não vai ter tempo. São mais de 400. No site da Autoridade Florestal Nacional encontra a morada das árvores monumentais e de interesse público de norte a sul do país. O i ajuda com dez, só para abrir o apetite. Não é preciso ter pressa, algumas sobrevivem há mais de 2000 anos.

 

1. Comece com as oliveiras milenares no km 26,6 da EN 10, em S. Lourenço, Setúbal.

2. Se está para os lados de Viseu, tire a fotografia da praxe com o conhecido Carvalho do Presépio, no Mosteiro (Castro Daire).

3. Para um sobreiro com 500 anos, bata à porta da Quinta da Sobreira Quinhentista, em Cantanhede.

4. Se vai numa peregrinação a Fátima, pare na azinheira grande como lhe chamavam os pastorinhos. Foi classificada em 2007.

5. Há um pinheiro polvo na Mata Nacional de Leiria. Não dizemos mais.

6. Porque nem todos os eucaliptos são invasivos, tente contar os que têm cegonhas entre o km 28 e o km29 da EN253.

7. Se quer uma aventura nos arredores de Lisboa, tente encontrar o dragoeiro da Academia Militar da Amadora. Explica o site da ANF que a resina vermelha era conhecida pelas propriedades medicinais.

8. Esta é uma árvore amiga das crianças, pelo menos dos alunos da Escola E.B 2 e 3 do Algoz, em Silves. A oliveira de 1500 anos costuma fazer parte dos trabalhos de casa.

9. Se quer saber quando mede uma sequóia-gigante com 100 anos visite a Quinta do Alarcão, na Guarda.

10. Pode já não ser Natal, mas fica bem mostrar aos seus filhos um azevinho verdadeiro (já sabe que é proibido arrancar pés por isso talvez seja melhor ainda faltarem 11 meses para novas decorações). Morada: Casa Azul, Lugar da Porta em Cristoval, Melgaço.


(Em ionline)

 

Uma das maiores fontes de energia para o ser humano está na natureza.

Se se sente cansado, esgotado, sem ânimo, aproveite o fim de semana para estar em contacto com a natureza. Um passeio à beira mar é revigorante e se abraçar alguma árvore ou passaer numa zona arborizada, verá que a disposição muda e tudo parece mais leve.

 

Aproveitemos o que de melhor ela nos dá, apenas devemos protegê-la e mantê-la viva e percebermos que é o melhor bem que temos neste nosso planeta azul. 

 

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