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Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

Passado e Futuro

Foto do blog Existe um Olhar

 

Declaro-me livre do passado e do futuro.

O passado terminou e, na verdade, não pode tocar-me, se eu não deixar. E eu decidi que não quero.

Quero abrir mão do valor que eu dei ao passado e ao futuro.

Reconheço que do passado carrego a culpa do que devia ter sido ou feito e não fui ou não fiz.

No futuro, aguarda-me o medo que ele seja tão mau ou pior que o passado.

Abrir mão do passado representa livrar-me da culpa e do medo.

 

Fico com o AGORA.

Banalidades

Ando sem saber o que escrever, mas apesar disso apetece-me fazê-lo, parece um contra-senso, mas a inevitável vontade de fazer aparecer as palavras, é superior á falta de imaginação que me assola neste momento.

Reflexões, críticas, análise...sei lá, talvez escrever banalidades, é isso...pequenas coisas sem importância, pequenos nadas que me enchem, mas que se esvaziam de imediato.

Falar que o meu Pc esteve quase a dizer -Basta, estou cansado...e que pouco faltou para ser substituído. Falar que durante não sei quanto tempo, a minha companheira mais fiel dos últimos tempos, a máquina fotográfica, também resolveu tirar férias e sabe-se lá quando volta...maldizer a névoa do Oeste, quando em Lisboa se sente um calor abrasador. Falar de quem partiu e que foi obrigatória mais uma visita ao aeroporto, do sono que me deixou amarrada ao sofá, depois de uma bela almoçarada culpabilizando-me porque desperdicei um dia que mesmo sem muito sol, era mais um que devia ter vivido em vez de dormir...ah e quando agarrei nas cores e as atirei contra uma tela simplesmente á toa imaginando umas quantas coisas que pareciam tudo o que a imaginação quis que fosse... e ainda quando simplesmente não fiz nada, quando havia tanto por fazer.

Falar de tempo, de paisagens, de pequenos nadas, que me deixam apática, banal, estranhamente sem rumo.

Apetece-me falar por falar, sem nada dizer, sem ideias consistentes, sem contestar, sem ousar, apenas estar.

 

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