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Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

Cantinho da Manu

"Quando duas pessoas partilham um pão, cada uma volta com um. Quando partilham ideias, voltam com duas." (Buda)

Salvem os Homens!

UMA MULHER INTELIGENTE FALANDO DOS HOMENS

Tive apenas um exemplar em casa, que mantive com muito zelo e dedicação num casamento que durou 56 anos de muito amor e companheirismo, (1952-2008) mas, na verdade acredito que era ele quem também ...me mantinha firme no relacionamento. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem os Homens!' Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da masculinidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat

Homem não pode ser mantido em cativeiro. Se for engaiolado, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que os prenda e os que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse ou a propriedade de um homem, o que vai prendê-lo a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente, com dedicação, atenção, carinho e amor.

2. Alimentação correta

Ninguém vive de vento. Homem vive de carinho, comida e bebida. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ele não receber de você vai pegar de outra. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã os mantêm viçosos, felizes e realizados durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não o deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial. Portanto não se faça de dondoca preguiçosa e fresca ... Homem não gosta disso. Ele precisa de companheira autêntica, forte e resolutiva.

3. Carinho

Também faz parte de seu cardápio – homem mal tratado fica vulnerável a rapidamente interessar-se na rua por quem o trata melhor. Se você quer ter a dedicação de um companheiro completo, trate-o muito bem, caso contrário outra o fará e você só saberá quando não houver mais volta.

4. Respeite a natureza

Você não suporta trabalho em casa? Cerveja? Futebol? Pescaria? Amigos? Liberdade? Carros? Case-se com uma Mulher. Homens são folgados. Desarrumam tudo. São durões. Não gostam de telefones. Odeiam discutir a relação. Odeiam shoppings. Enfim, se quiser viver com um homem, prepare-se para isso.

5. Não anule sua origem

O homem sempre foi o macho provedor da família, portanto é típico valorizar negócios, trabalho, dinheiro, finanças, investimentos, empreendimentos. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro masculino não é um mito

Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino, mas não gostam de mulheres burras.
Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente não possuem! Também, 7 bilhões de neurônios a menos!).
Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar amigos gays e homossexuais delicados, tente se relacionar com um homem de verdade. Alguns vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja desses, aprenda com eles e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com as mulheres, a inteligência não funciona como repelente para os homens. Não faça sombra sobre ele... Se você quiser ser uma grande mulher tenha um grande homem ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ele brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ele estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda. Aceite: homens também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. A mulher sábia alimenta os potenciais do parceiro e os utiliza para motivar os próprios. Ela sabe que, preservando e cultivando o seu homem, ela estará salvando a si mesma. E minha Amiga, se Você acha que Homem dá muito trabalho, case-se com uma Mulher e aí Você vai ver o que é Mau Humor! Só tem homem bom quem sabe fazê-lo ser bom! Eu fiz a minha parte, por isso meu casamento foi muito bom e consegui fazer o Fernando muito feliz até o último momento de um enfisema que o levou de mim. Eu fui uma grande mulher ao lado dele, sempre.

Com carinho

 

Fernanda Montenegro



Os Peter Pans que andam por aí

 

Li o livro "Histórias Sem Aquele Era Uma Vez" e quem quiser saber um pouco mais sobre ele basta ir aqui e descobrir que se trata de um conjunto de histórias baseadas em contos que lemos na infância, mas que foram adequadas aos tempos modernos.

Uma das que mais me fascinou pelo realismo e lucidez foi a que escreveu Ana Paula Almeida, " Para Sempre Peter Pan" em que descreve o comportamento de meninos crescidos que continuam atemorizados e submissos em relação aos pais, por vezes sofrendo de um feroz complexo de Édipo e vivendo uma realidade fictícia enganando  e enganando-se, seguindo o que os seus progenitores projectaram nele para que alcance o que eles nunca conseguiram.

 

"É um metro e noventa, moreno, com ar atrevido e olhar profundo. Um menino grande.

Trocou a companhia da adorável Sininho com que todos sonham por um contrato vitalício com os pais, que defendem de quem quiser raptar este Peter dessa Nuncolândia, mal assumida. Contam-se pelos dedos as namoradas que teve.......

Vê em cada mulher um protótipo da Sininho que deseja.....

O pior é que antes mesmo de qualquer menina conseguir ir ao reino da fantasia já estão a ser avaliadas pelo Capitão Gancho. Um trauma para este Peter que conhece as princesas dos seus sonhos de noite, em bares e discotecas da moda, quando não é de dia pela Internet, qual predador em busca de presa. Tarefa fácil, sendo culto, distinto, um poliglota distinto e envolvente.

Geralmente cansa-se da carne antes mesmo de lhe tomar o gosto.

Não é tanto para saciar, antes pelo prazer da caça, o reforço do instinto "animal cavalheiresco".

Este namoradeiro corteja as mulheres que interessam, por e-mail, sms, mms, que telefonar sai caro e ir cansa. Para um flirt irrepreensível, manda flores com tiradas poéticas muitas vezes copiadas. Imita o que os outros conquistadores já fizeram e em momentos de crise de identidade imagina como seria chegar aos quarenta com a vida arrumada. Casa, carreira, amor e filhos, o pacote completo. Depois geralmente acorda. Poucos gostam de viver monotorizados, controlados, sem espaço, em permanente intersecção de afecto, asfixia amorosa.

Este Peter até sonha experimentar voar, mas o Capitão lá de casa cortou-lhe as asas, influenciado pela mulher, Pirata de outros ofícios, que sente ciúme de qualquer uma que seduza ou arrebata o que considera ser seu.

 

Sininho bate-lhe sorrateiramente à janela ou à porta de vez em quando.

De todas é o maior amor e há muito que leva este "Peter Pendente" ás costas para viagens longínquas, de outra forma ele só viajaria em pensamentos e através da literatura, da televisão e do cinema.

Juntos passeiam na praia, fazem jantares ao luar e riem, devolvendo-o ela á procedência antes que o Capitão e Pirata se apercebam que mesmo sem asas o amor poderá sempre voar muito alto e muito longe.

 

Peter gosta mesmo é de Sininho, um amor recíproco, que procura em todas as outras, a prestações. No fundo tem medos e inseguranças, fantasmas. Mas ainda acha que pode agir assim sempre que quiser. Que consegue dar e tirar sem se apaixonar. Até um dia.

 

Na vida real a sua Sininho também não é fada nenhuma, é de pele e osso, sete anos mais velha, embrenhada em dificuldades com duas crianças a tiracolo, a quem ela lê a verdadeira história do Peter Pan antes de adormecerem, para que possam sonhar com magias e brincadeiras de meninos que não querem crescer.

 

A ela falta-lhe a nobreza de um título, o estado civil imaculado, a conta bancária choruda e que os filhos ainda estivessem nos ovários, para que pudesse casar e viver feliz para sempre na Nuncolândia em que nasceu este Peter Pendente. Tão parecido com tantos outros, que deixam as Sininhos desta vida a suspirar de amor, quando se apercebem que nunca serão perfeitas para os que não querem ser homens. Homens que, sem darem conta, pensam que são o último oásis do deserto mas que estão sempre em saldos."

 

E mais á frente pode ler-se:

 

"Formosíssimos, parecem muitas vezes genuinamente enamorados  (mas não conseguem soltar um Amo-te, com medo que nisso se leia um compromisso, que horror).

 

Dos Pedros que por aí andam e se parecem com este "Peter Pendente", suspensos em si mesmos, não reza a história; só se atrevem a magoar uma ou outra pessoa até ao dia em que o sentimento lhes ferra, mas não é fácil que isso aconteça porque por essa altura já têm o coração deformado."

 

E a autora termina dizendo:

 

"Tudo é preferível a acreditar que ainda há pozinhos de perlimpimpim que mudam a vida a alguém de um dia para o outro, ou que se consegue transformar um Peter Pan que não esteja sempre a voltar atrás para ir buscar a própria sombra.

Aqui na Terra como no Céu os homens não mudam. As mulheres também não.

A perfeição não existe mas o Amor insiste."

 

Aqui fica apenas uma parte da história, o suficiente para que se possa avaliar os Peters que andam por aí.

Penso que nalgum momento das nossas vidas conhecemos ou ouvimos os desabafos angustiados de gente que teve o azar de ser Sininho para um Peter que julgaram ser genuíno, que amava, que era divertido e que em vez de se deixar levar era ele que transportava feliz a sua Sininho que amava sem medo do Capitão Gancho.

Quem nunca conheceu nenhum, fica o perfil dos Peters e se tiverem o azar de algum se aproximar com as características atrás descritas, fujam antes que se vejam enjauladas nos truques de um amor que nunca o será.

 

Aqui  encontra informação completa sobre o síndrome Peter Pan

Infidelidade

Margarida nunca foi uma rapariga namoradeira e sempre sonhou encontrar o seu príncipe com quem casaria e que desejava fosse para toda a vida.

O que é certo é que com dezoito anos encontrou-o e foi amor á primeira vista. Sentiu que era aquele o homem que lhe estava destinado e passado um ano estava casada. Como num conto de fadas julgou que viveriam felizes para sempre.

Pouco a pouco foi constatando que os contos eram só imaginação e a realidade começou a ser bem diferente do que tinha imaginado.

Foi-se apercebendo através de sinais que a sua intuição feminina lhe ia dando, que a fidelidade do marido que tanto amava, estava longe de ser uma realidade, apesar de achar que o seu relacionamento era perfeito, o que a deixava confusa e sem explicação para determinados comportamentos. Resolveu confrontá-lo várias vezes e cedo percebeu que um dos truques usados por ele era passar ao ataque para se defender, ficando ela sempre sem argumentos e sem palavras que pudessem rebater o que o seu coração sentia; como resposta ouviu muitas vezes: " -Tens como provar que te sou infiel?"...não tinha, mas jurou a si própria que um dia as iria conseguir. Esse dia surgiu e destroçada agarrou em meia dúzia de coisas e partiu.

Este é um dos casos de infidelidade que me foram contados em jeito de desabafo, mas muitos outros podia aqui descrever.

Tenho ouvido ao longo dos anos muitas histórias de pessoas que foram traídas e outras tantas de quem traiu.

Aos homens cheguei a perguntar se o casamento estava assim tão mau que justificasse  uma traição, se pensavam em separação, mas a resposta era quase sempre igual: "-Não, de maneira nenhuma, amo a minha mulher e os meus filhos e não vou separar-me por causa de uma aventura". Das mulheres ouvi que tinham tudo...casa, carro, viagens, uma vida estável, dinheiro e que não iam trocar a estabilidade que tinham, só porque o maridos as traía.

E no ar ficava sempre a pairar a eterna interrogação:"- Então por que se trai?"

 

Vem isto a propósito da a opinião de um psicólogo que escreveu:"Nos casais que me chegam, a infidelidade surge quando a relação foi deixando cair várias coisas pelo caminho. Quando existe a infidelidade, é porque já existe uma brecha naquele casamento."

Estou em total desacordo com esta afirmação, não quer dizer que nalguns casos não seja verdade, mas pelo que ouço, pela experiência que tenho, pelo que leio, há infidelidade porque somos animais e os animais têm instintos e quando se coloca de lado a parte racional e se deixa á solta a irracionalidade as relações meramente sexuais acontecem. Ainda hoje sorrio quando me lembro de um outro psicólogo  me dizer  que para que uma relação desse certo as peles deveriam ser compatíveis, claro..é bem melhor passar a mão pelo pêlo fofo de um gato do que dum peixe escamoso, pode ser um factor importante , mas nada que um bom creme hidratante e bem cheiroso não possa resolver.

O ser humano não é monogâmico por natureza e os que o são, têm como base valores que lhe foram incutidos através da educação ou por aquela pequena frase dita no altar:"Juro ser-te fiel até que a morte nos separe..." facto que ainda vai tendo algum peso para que se suporte   e se trave qualquer impulso para viver uma ou outra aventura.

Do extenso artigo que li e reli neste post  no qual me baseei para falar sobre a infidelidade, muitos outros assuntos ficaram no ar e que gostava de rebater e analisar, não fosse a demasiada extensão deste post, mas pode ser que alguém o faça por mim.

 

Será que se trai só porque uma relação está desgastada?

Há amor numa relação extra conjugal? 

Deve confrontar-se o(a) traidor(a)?

O casamento pode ser revitalizado quando ambas as partes resolvem conversar e recomeçar?

Trair compensa?

Deve perdoar-se uma traição?

 

Enfim...este é um tema que tem pano para mangas e acredito que por muito que se fale ou se debata, continuarão a existir sempre affaires tanto por parte dos homens como das mulheres....falo de ambos os sexos, porque até há bem pouco tempo havia a tendência para culpabilizar só o sexo masculino, apelidando-os de mauzões, sem escrúpulos e sei lá que mais, esquecendo-nos que para que haja infidelidade há sempre dois ...homem e mulher.

Por aqui a minha racionalidade e valores incutidos, como o respeito, cumplicidade, amizade, fidelidade, partilha, honestidade continuam a fazer prevalecer o meu lado monogâmico...se calhar estou a deixar de viver grandes aventuras, mas consola-me o facto de me sentir bem assim, nem melhor nem pior que os outros, sem julgar ou condenar, apenas sendo eu mesma.

 

 

Arrivederci Roma

Geralmente costumo deixar no meu canto a descrição das minhas viagens... o que senti, o que aprendi e uma ou outra peripécia que acho mais engraçada.

 

Nunca falei na minha viagem a Roma, mas quando li aqui um artigo que achei interessante, não sobre a cidade em si, mas sobre a apreciação bem humorada de alguns belos exemplares que se passeiam no Vaticano, veio-me à memória os cinco dias que passei por terras de Sua Santidade.

 

Depois de ler o artigo penso que se lá voltasse, iria estar mais atenta e iria concerteza  fazer uma apreciação mais apurada e minuciosa, não com intenção de cobiçar ou desejar o fruto proibido, mas compararia as belas estátuas de mármore com outras figuras bem carnais e vivas, apenas como se fossem mais uma obra de arte.

 

Não sou púdica, não sou melhor nem pior que as outras, divirto-me imenso a ler  as opiniões mais calorosas e bem humoradas sobre os machos que por aí andam, mas sou mais do género...não é para ti, portanto nada de cobiçar, ou então faço como a raposa e digo...-estão verdes, não prestam...

 

Claro que não me passou despercebido o ar limpo, leve, fashion, cool, elegante, glamouroso, dos ragazzos italianos, para não falar da barba de três dias, que os tornam mais sexys e sensuais.

Não me foi indiferente o olhar, o trato , a gentileza, a simpatia, o modo como se movem, como se estendem languidamente nas belas esplanadas de Roma...

Não faço aqui distinção de classes sociais, não sei se é pela língua, que exerce em mim um enorme fascínio , mas foi impossível ficar indiferente ao "Ciao Bella!" do taxista, quando saí do carro.

 

Fui com uma amiga e fiquei hospedada numa casa, uma bela mansão por sinal, de um amigo dela.  Um português, homem culto´e inteligentíssimo. Os defeitos do senhor suplantavam de longe os seus dotes e a sua cultura. O típico macho latino, a antítese do vulgar italiano de rua. Irreverente, abusador, com ares de galã sem nível. De comum só tinha o ar impecável com que se vestia, porque o cargo que tinha assim o exigia, mas nem a figura ajudava; baixo e anafado, costuma dizer-se que homem pequenino ...ou velhaco ou dançarino...não sei se dançava bem, porque o que mais queria era chegar ao fim do dia e ir para o quarto, mas, velhaco, gabarolas, prepotente, isso era.

Não gosto de dizer mal, de encher de defeitos as pessoas, quando não me agradam esqueço, mas o artigo acima veio lembrar-me de tudo isto.

 

Não quero passar a ideia que os italianos são mais bonitos, mais bem educados que os portugueses, mas, que é bem melhor ouvir um "ciao bella!" do que.."é gaja boa!". ai lá isso é!

 

 

Felizmente há muitas excepções em terras lusas.

 

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